domingo, 30 de março de 2008

"Eu não sei dizer" - Silence4

O silencio deixa-me ileso, e que importância tem?
Se assim tu vês em mim alguém melhor que alguém.
Sei que minto pois o que sinto não é diferente de ti.
Não cedo. Este segredo é frágil e é meu.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas que fazem chorar.
Quem te disse coisas tristes não era igual a mim.
Sim, eu sei que choro, mas eu posso querer diferente para ti.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas que fazem chorar.
E não me perguntes nada.
Eu não sei dizer.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Palavras...

Sinto na alma a necessidade delas,
Quero tocar o papel onde jamais foram escritas.
Sinto-as fugir para longe...
E amargurada fico de pensar que não vão voltar.

Na ternura dos lençóis,
Na loucura dos abraços sentidos,
No sentimento de amizade,
Elas são tudo quando não ditas.

Cada um tem a sua maneira de as ler,
Nem todos as sabem escrever,
Aprendemos de igual forma,
Mas expressamos metáforas diferentes.

Já não sinto que deva ser directa com elas.
Basta-me pensar em grita-las bem alto.
Preciso apenas de correr...
E sem as forçar, dizer Amo-te!

domingo, 23 de março de 2008

Fim!

Imaginem que são o ponto de cor da imagem. É difícil de ver, não é. Mas os meus olhos atentos viram à primeira.
Agora adaptem a minha visão à vossa. O que sentem?
Será que se percebe que as cinzas me caíram em cima? Pedi ajuda. Ninguém respondeu...
Nem por ter água em mim. Nem por saber o que é amar com força, embora não ame ninguém à demasiado tempo. Porque o que sinto é vontade de acrescentar uma metralhadora à minha vida e, gritando bem alto, dizer, ADEUS.

terça-feira, 18 de março de 2008

Adhara

Adhara é uma elfo esbelta e mais alta que as comuns da sua espécie. Possui uma pele semi-transparente e os olhos cor de água iluminada pela lua. Tem um ar desajeitado e brincalhão transportando uma aura misteriosa e incomum, tal como ela. De cabelo mel e extenso...

Astuta, por ser independente. Utiliza os seus vastos conhecimentos em beneficio próprio e sobretudo para ajudar os outros. Haje de forma rápida e eficaz, tendo uma excelente capacidade de organizar pensamentos e feitiços elficos. Tem uma fonte de energia muito característica, não precisando de descanso dias a fio. Esta pode ser bastante cruel, invertendo a capacidade maléfica de outros seres contra eles mesmos. Não é ingénua, embora pareça, para se manter discreta e não saberem o poder que trás dentro de si. Misteriosa ela usa a sua própria alma para chamar a si os seus meios de cumprir os seus objectivos!

Adhara tem um profundo conhecimento dos 4 elementos da natureza e quando os usa em simultâneo é muito mais poderosa e assertiva.A sua magia é propagada através do ar e dos sons da terra. Visiona acontecimentos na água e é desta que provem a sua intuição. Utiliza a arte de dominar o fogo sobretudo para trabalhar os poderes de cura através das plantas e para auto-defesa. No entanto, enquanto guerreira, ela sabe escutar as vibrações dos vários mundos, antevendo a chegada de guerras ou de forças amigas.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Gritinho de paz!

Não sei se sinto que não me levam a sério, se não estou a mostrar o que valho, ou se estou apenas fechada. Não me apetece falar de coisas de momento pois tenho medo que fiquem mal por minha causa. Mas o que sei é que isto não é saudável!

Não vou voltar a diminuir, nem a fazer qualquer tipo de filme. Mas agora que de facto o sinto, não posso falar. Mete nojo, pior do que o meu dia-a-dia, que supostamente nada tem de mau, mas eu sinto que tem. Que já chegava a minha hora de gritar ao mundo, de gritar pela minha paz.

De me sentir sozinha só para poder morrer sem darem por isso. Não quero que me espreitem a ver se estou viva. Só quero um abraço, sem desespero. A mim, apetece-me mesmo ir embora, a chorar por ter deixado tanto, mas ao menos acaba tudo. Até o dizerem que estou a ser infantil, até o dizerem que me amam. Não sei o que tenho ao certo, mas já vi isto antes. E recair, é tão pior.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Papel, caneta e parvoíces tamanhas

(...)

É ridiculo. (...) Não posso ser eu a roubar lágrimas. Eu não. Estou tão crescida. (...) Arrepia ouvir o discurso dos meus amigos, e sentir que não os posso abraçar mais. Deus, sabes que lhes dou valor?

(...)

Que sejam felizes.
Que chorem quando quiserem, sem vergonha.
Que arrisquem mais e pensem igual tempo.
Tirem pestanas dos olhos quando elas vos incomodarem.
Cuidem uns dos outros sem cinismos.
Sejam de muitos ofícios, lugares e pessoas.

(...)

Porra, não me ouças chorar. Dorme bem pah. Dorme.

(...)

MFG . Bebeira jeitosa. :D