sábado, 27 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Ministérios do desrespeito
De andar mecânico e rosto azul, qual pena de pombo com a qual eu chocasse. A rebentar no peito e com os olhos cerrados desperdicei alguns anos e horas de trabalho em algo que não valia a pena. É o mesmo que pôr música a tocar e subitamente esta parar por tempo indefinido, mesmo quando precisamos dela.São faltas de respeito e orelhas de burro que se leva por má organização. São informações erradas que fazem com que a vida das pessoas não ande por mais que o nosso corpo se esforce para que tal aconteça. Foram duas horas a mais do emprego para terminar o que nunca termina.
Odeio que me faltem ao respeito, já não há livros para reclamar que me valham à resolução da irritação que sinto. Quilómetros a pé para colocar as pernas mais moles...
Não suporto que não levantem o cu para fazer as coisas e nhénhénhés sobre a arte de mal falar do outro. Odeio quando não me deixem ferver na hora certa.
Minutos com vozes audíveis pela avenida gigante fora. Beber o café a correr e fumar um cigarro de uma só vez. Já não são as coisas poéticas que me salvam o dia. Apetece-me desistir e apertar o pescoço delas para que fiquem ainda mais com os dentinhos de fora. Vou andar até ao começo de um novo a dia a fazer algo que por 4 míseras décimas de pontinhos me vai demorar mais 3 anos a fazer? E porquê? Porque as informações tardam e falham a dias vistos.
Estou irritada. Queria estar aplicada e cheia de mérito pelo meu esforço, no entanto só quero matar as queques e os morangos com açúcar que olham para mim como se fosse a pantera negra estacionada lá fora.
Força não me há-de faltar mas não sei se a física ou a mental.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Sentimento de amar
Conceito A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atracção, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objecto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
O Amor original
O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afectivo, paternal ou maternal, fraternal - que é o amor entre irmãos e companheiros - deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afectividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contacto e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.
A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes desmeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.
A minha perspectiva pessoal
Amar para mim tem diversas formas de se apresentar. Pode ser amar de carinho extremo, pode ser de simples memórias que duram anos, pode ser amor de sangue, amar uma pessoa por um dia ou no momento que se conhece, tudo é possível.
Eu amo alguns dos meus amigos, um ou dois com uma força tão extrema que ultrapassam a família biológica. Amo os meus pais, não apenas porque me foi imposto isso nem pelo tempo que passo com eles, mas porque me deram coisas não materiais que não se compram. Amo a minha gata, não porque gosto de animais, mas por todos os momentos que passo com ela. Amei e amo para sempre a minha avó, foram momentos de ódio puro e de amor extremo. Amo a minha namorada que se mostra ao meu lado, que me acarinha, que tem coisas que me irritam por segundos, que tem coisas inesperadas que me fazem arrepios bons. Também me amo a mim mesma, com todos os meus defeitos.
Em resumo, amar é todo o sentimento de não egoísmo, pensado e reflectido, mas essencialmente o que vem por palavras, pensamentos, gestos e atitudes naturais. É quase que de tal forma intrínseco de mim que me confundo se o faço até enquanto durmo através de sonhos. No fundo é algo que pode magoar tanto, que nos pode pôr de cama e sem forças, vem em coisas boas e em coisas odiosas. Amar não tem uma duração ou medida imposta, nem tempo de acontecer, nem lugar... Eu acho que há tantas definições que mais vale dizer que o Amor está guardado numa caixa e se a deixar-mos aberta podemos dar e receber o que ela tem guardada. Quando morrer-mos alguém a há-de fechar.
sábado, 9 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Dez minutos de pensamentos
"Sabe bem ter-te por perto Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava a tempo de me deliciar
Quase que não chegava a horas de te abraçar
Quase que não recebia a prenda prometida
Quase que não devia existir tal companhia
Não me lembras o céu nem nada que se pareça
Não me lembras a lua nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
(...)"
Donna Maria - "Quase perfeito"
Ouvi esta música com a madrinha, e estava sempre a confundi-la com outra que gosto. Ontem prestei atenção à letra... realmente, quase pensei que não chegava a tempo de te sentir! =) E isto faz-me lembrar outra música que já não ouço à muito tempo...
"Eu fui devagarinho, com medo de falhar
não fosse esse o caminho certo para te encontrar
fui descobrindo devagar cada sorriso teu
fui aprendendo a procurar por entre sonhos meus
(...)
Eu fui entrando pouco a pouco, abri a porta e vi
que havia lume aceso e um lugar pra mim
quase me assusta descobrir que foi este sabor
que a vida inteira procurei entre a paixão e a dor
(...)"
Mafalda Veiga - "Gente perdida"
Não penso em asneiras... =) Prometo.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Vício vs química (217)
Sinto que ainda te estou a conquistar, a conhecer, a mostrar quem sou. Não quero cometer erros nem excessos. Sou eu, és tu, é a junção de tudo... dos momentos em que estamos juntas, longe, felizes ou tristes entre nós, com outros assuntos mais ou menos importantes do que outra comparação qualquer.Já há um laço, uma química digo eu, um vício dizes tu, porque "O vício baseia-se na dependência química", ora no meu ver é justo, está tudo interligado. Os cheiros na cama, as mãos escondidas ou apertando para sentir proximidade.
É o que cada uma sente e descobre! São maneiras de pensar e partilhar coisas da rotina ou de surpresas. Coisas essas que podem ser novas, ou não. É simplesmente pensar no querer que haja sempre algo novo...barreiras quebradas, ajudas gratuitas apenas porque se gosta, porque se quer dizer "estou contigo". Somos diferentes e únicas. Ás vezes ser lamechas não tem mal, liberdades há sempre de maneiras distintas. O importante aqui e agora é dizer que textos banais dizem pouco mas muito. Digo que te gosto ^^
***
sexta-feira, 18 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Quebra-se o destino!
E porque a vida nem sempre é confusa e as coisas acontecem e marcam, decidi dizer que domingos de missa a favor a pinheiros brutos são de valor tamanho. E porque eu mereço, ambas merecemos, são momentos em pé, sentados, deitados, sem serem forçados. É química e código corporal. São beijos doces e sexys. É minha mão na mão de outrem e pressões... só as necessárias para dizer "estou aqui bem em ti", as outras nada importam.E não interessa pensar que não se consegue, o tempo anda e faz das dele. E que bem vindas que são. Repito na cabeça, aperta no peito, lateja no corpo.
Grandes piqueniques, coisas laterais, assistir de camarote, tremer e rir de medo... ai, vale tanto a pena que me tornaria numa galinha mas com dentes para te poder morder! XD
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Apathy

Little boat drifting to sea
Swallowed up so suddenly
I sit safe upon the shore
What does it matter to me?
Newborn baby boy he dares
To see things that aren't there
A gisft lost on all of us
But I, why should I care?
Fire falls down from the sky
Echo million voices cry
But I, I don't even care
And I, why should I lie?
Hummingbird floating softly
To and fro under the tree
I sit only feet away
But when I look I do not see.
Soulless is what you'd call me
But I don't care as you can see
I, I do enjoy my life
In this haze of apathy.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Mudasti

Tenho pena e não respondo.
Mas não tenho culpa enfim
De que em mim não correspondo
Ao outro que amaste em mim.
Cada um é muita gente.
Para mim sou quem me penso,
Para outros --- cada um sente
O que julga, e é um erro imenso.
Ah, deixem-me sossegar.
Não me sonhem nem me outrem.
Se eu não me quero encontrar,
Quererei que outros me encontrem?
Fernando Pessoa
domingo, 22 de junho de 2008
Desabafo libertador
Momentos que são só nossos e por isso apenas compreendidos por quem de respeito. Horas insignificantes para o Mundo, pequenos aromas e toques, gestos e palavras... Desabafos de alegria, amor, saúde, família e coisas que achamos que ninguém faz, só nós.Todos aqueles momentos que subvalorizamos, mas que a mais ninguém interessam. São tempos incertos que duram uma vida, que nos passam ao lado no dia-a-dia mas que são tão pessoais que podem ser elevados misteriosamente a um cantinho da nossa alma não partilhada. Comunicação... às vezes difícil de exteriorizar porque temos medo das interpretações, quando deviríamos saber, até connosco mesmo, que o sabor da vida se encontra nestes instantes. Tudo faz mais sentido e até o dormir se torna, novamente, agradável. O bom descanso do tico e do teco traz o bom descanso de um corpo pesado e cansado de si mesmo.
Pequenas convicções e orgulhos que caem por terra quando se ama sem a necessidade de dizer "amo-te sempre e independentemente do que digam de ti!".
Na verdade criamos uma imagem da pessoa e, quando ela muda, para voltar ao que era ou a uma nova renovação, nada melhor do que ter coragem e entrar numa saudavel discussão de temas diversos e ressalvas do que somos, como pensamos, do que sentimos, do que mudou em nós! Agradeço o facto de estar sempre a mudar as minhas opiniões e não ficar estagnada em coisas inuteis, tão facilmente resolvidas com um carinho ou olhar.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Fernando Pessoa - Liberdade (no dia de Camões)
Ai que prazerNão cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer !
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não !
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
_______
E porque as ditaduras e obrigações de ser assim ou assado já acabaram, e porque a liberdade em 2008 está pior do que antes do 25 de Abril, o dia de Camões também serve para marcar a história da condição humana... pobres à espera do pão, quer venha, ou não!
terça-feira, 3 de junho de 2008
Onde estarás?
E são textos escondidos que nunca ninguém leu. São desejos que partas ou que assuma que não voltas mais. São andares em passo de corrida para fugir das tuas fotos. São palavras tão estúpidas para dizer tanto. Fazes-me falta sabias? Como é que me puderam fazer isto? Eu não sirvo só para os outros, não quero ser só tua, quero sonhar contigo, mas não dias a fio.
E a música, lembras-te? Quando ouvia-mos juntas os cds, quando te falava de monstros nas sombras das persianas, quando me deitava na tua barriga, e tiravas fotos de mim como ninguém. Eras analfabeta e tão inteligente. Fazias hoje 79 anos, que estaria eu a fazer contigo hoje? Será que tinha-mos ido comer croissants à foz? Acho que deveria-mos ter ido às compras para o almoço gigante de sábado. E lá ia eu dar-te meias e camisolas e tu ralhar-me para por a cara bonita, cara essa que dizias linda, sempre tão bem arranjada. Meu Deus avó... já são 3 anos, foram três as partidas, mas são mais que três os momentos diários em que penso em ti.
Eu nunca te vou deixar esquecida... Parabéns Zuzu linda, que estejas num lugar de luz.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Camisola rasgada
Somos todos idiotas à procura de heróisEnvoltos em romances e utopias do passado
Remexendo em sentimentos que não existem
Procurando nas listas quem possa estender a mão
Somos todos analfabetos no que toca a compreender
Alvos de censura e hierarquias tiranas
Queremos apenas ser felizes
Mas rasgamos os livros em branco
Seremos história, mas não memória
Somos cartas de meretrizes em desespero
Esperamos tragédias
Vivemos de televisores
Tentamos a glória
Pequenos momentos de goma
Ultrapassa a nossa capacidade
Protagonistas infelizes
É sempre a vez do outro
É sempre o vizinho à mesma hora
São fases e insultos
Relógios usados tirados em máquinas
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Desafio pessoal
6 particularidades sobre a minha pessoa:
1- Não resisto ao excelente sabor e diferentes texturas e cheiros de chocolate, ou seja, viciada mesmo
2- Tenho vergonha de sair de casa nos dias em que o meu problema hormonal está descontrolado.
3- Quando estou em baixo e a andar de carro tenho a mania de ficar em transe sempre a olhar para o mesmo ponto e não consigo ouvir nada do que dizem.
4 - Tenho dias em que não suporto que me falem quando acordo, mas daquelas cenas que temos de ouvir com atenção, em contrapartida, gosto mesmo muito de acordar à beira de amigos, principalmente se me fazem rir ou começam as lutas amigáveis. Adoro os disparates...
5- Não costumo contar os meus romances, só ao fim de muito tempo é que falo neles, porque me magoa.
6- Gosto menos de cor-de-rosa do que as pessoas pensam, pelo menos não suporto certos tons desta cor.
Segundo desafio
Guilty pleasures...
"Guilty Pleasures. (...) algo de que gostamos embora tenhamos alguma vergonha em admiti-lo...
Vale tudo, livros, discos, filmes, qualquer coisa serve, desde que gostemos e nos envergonhemos um pouco desse gosto, ao mesmo tempo."
Acho que o desafio são escolher 10 pontos, mas vou fazer tal como o "roubei" LOL
1- Eu gostava realmente de ouvir Backstreet Boys
2- Quando era miúda falava sozinha porque sabia que me ouviam se o fizesse.
3- Adoro sapatos de danças de salão e como as universitárias usam.
4- O primeiro filme "a sério" que vi foi o Darting Dance e confesso que ainda choro quando o vejo..
5- Derreto com os meus crush por pessoas mais velhas com ar maduro e maciço. (tenho mais coisas mas isso já era contar de mais XD)
E como, dizem os experientes, estas coisas devem ser respondidas por toda a gente que lê o blogue mas essencialmente por pessoas que quem escrever escolhe...
Lanço este desafio a:
Pedro Rodrigues
Sara Oliveira
Hélder Oliveira
João Ribeiro
Paulo Fonseca
Rui Barbosa
Marta (zebellin)
hihi
sábado, 24 de maio de 2008
Espelho da outra
E acham eles que falamos mal. Porque nos mentem. Porque nos usam enquanto podem. Porque criam cínicos onde não os há. Porque ser directo doí mais do que ajuda, isto a alguns. Eu cá prefiro continuar a falar, a não ter de medir as palavras porque sim. Porque nós somos o que dizemos e muito mais o que fazemos. Deus sabe de todos e nós mal sabemos de nós. Amo crianças, mas até a idade de o serem. Depois, julgar que se passa por muito... passa mais quem não fala. E ainda julgam que sabem tudo de nós. Que nos roubam pedaços para fazer degraus para eles mesmos puderem subir, escalar sobre nós. Quando seria tão mais sincero dar as mãos e crescer juntos.E saber que daqui a uns anos passou tanto pelas nossas mãos. E não contar aos outros o que realmente nos faz sofrer. Mortes. Doença. Auras incomuns.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Revista do passado
Música - Savage Garden, The animal songExercícios de reflexão - Intuição com água
Álbum de fotos - 18 anos
Escola - Resumos de História
Trabalho - recibos
Frase - "Custa-me não conseguir fazer-te reconhecer o teu valor" 11.10.07
Objecto - Relógio
Perfume - Ralph Lauren
Imagem mental - Hospital Sto António
Toque - Barriga
Sensação - escadas da igreja
Filme - Pequena Sereia
Sorriso - do meu doce...
Saudades - 38
Roupa - corsários
Cheiro - sérum de laranja
Infância - prego em prato e uvas sem grainha
Passatempo - Betty Boop
Descoberta - cartas
Mau momento - carro
Bom momento - verão
Só eu sei o que sinto em cada linha que escrevi.
Memórias com cheiro a mofo, com saudade do que fui.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
How to be unhappy...
Make little things bother you. Don't just let them, MAKE them.
Lose your perspective on things and keep it lost: don't put first things first.
Be right. Be always right. Be the only one who is always right, and be rigid in your rightness.
Don't trust or believe people, or accept them at anything but their worst and weakest. Be suspicious. Insist that others always have hidden motives.
Always compare yourself unfavorably to others. This guarantees instant misery.
Take personally everything that happens to you.
Cultivate bad, addictive habits in yourself. Drink a lot. Smoke a lot. Eat a lot.
Go silent whenever someone sparks up a conversation that you don't know about.
You have the power to change other human beings.
Become irresistibly attracted to people who will never be there for you, on any level, ever....
Never say "I'm sorry.
Make sure you take things people say to you as an insult, and let them know it - especially if you know they didn't mean it that way!
Make sure you vocalize your unhappiness to your loved ones, every day! Share the wealth, take them with you!
"Always remember that if your partner loves you, he or she can read your mind. There is never a need to share openly with them how you feel."
"Surround yourself with only people that agree with everything you say. The last thing you need is contradictory opinions!"
Refuse to be responsible. Let others, especially your wealthy parents, support you financially. That way it doesn't matter if you can't hold a job, can't get a credit card, can't get a checking account or can't balance a checkbook if you do somehow get one
"Make this your mantra: Nobody loves me, everybody hates me, the world is against me! Say it enough, and you'll be darned if it weren't true!"
Let everyone know how lucky they are that you are in their presence.
Isolate her from friends and family and when she complains that you two haven't spoken in months, tell her you're too busy working whilst what you're really doing is surfing. This way you remain in control of her time and yours.
sábado, 26 de abril de 2008
Momentos de silêncio!
Deu-me. Não sei que se passou, não foi por ninguém nem por nada... É como se a minha própria garganta se fechasse e apenas as pernas quisessem andar dali, para onde pudesse correr, gritar se preciso. Sem ninguém. Sem nada nem apoio.Não gritei. Não fui capaz. Não era para casa que queria ir, só uma casa que estivesse à minha espera. Não me faço entender.
Não é carência nem afecto. É algo mais. É falta de poesia, de sentir. É uma barreira tão grande, criada por mim, que nem eu sou capaz de a destruir com força como se de um texto de tratasse. Sou eu.
Não era companhia, mesmo que fosse igual a mim. Não era a multidão. Não foi um filme. Foi um momento que durou um dia. E quando não consegui, quis andar. Andar pouco com termo certo, mas fingir que ia a voar, sem sentir os pés.
E, no fundo, só quero dar esta explicação a mim. Pedir-me desculpa por ainda sentir que não quero andar às costas. Por ainda sentir, simplesmente. Mas agora...não falo. Limito-me a ficar apagada e deixar a alegria que todos falam num alçapão fundo. Fundo...como eu sou e só eu sei.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Rage...
Dear Sir,As I'm kicking you in the face
I would like to remind you
Please use your turn signal,
when changing from lane to lane
Now your wife and kids can hear your screams of pain.
To Current Occupant,
While I am breaking down your door
Please be mindful of your music volume
playing late at night
The bruises on your face will be quite a sight
To Whom It May Concern,
When I drive you off the road
Kindly remember the speed limit,
is more than just a suggestion
Your mid-life crisis Jag
wil put you in a body bag.
With Kindest Regards
segunda-feira, 21 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Sentimento roubado de ti!
Por vezes é bom ficares sozinho,Ficares contigo,
Mesmo se te faz falta um carinho,
Um porto de abrigo
É uma imensidão de tristeza
Na qual teimas em mergulhar,
Dela, emerge sempre a certeza
De jamais querer lá voltar
Mas é mais forte que tudo
Porque ela habita o teu ser.
Extravasa esse sentimento mudo,
Ser feliz,é o teu mais forte querer.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Um feitiço chamado Lisboa!

"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo..."
E eu aqui e agora vejo quem sou, por onde passo e onde marco...
domingo, 30 de março de 2008
"Eu não sei dizer" - Silence4
O silencio deixa-me ileso, e que importância tem?Se assim tu vês em mim alguém melhor que alguém.
Sei que minto pois o que sinto não é diferente de ti.
Não cedo. Este segredo é frágil e é meu.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas que fazem chorar.
Quem te disse coisas tristes não era igual a mim.
Sim, eu sei que choro, mas eu posso querer diferente para ti.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas que fazem chorar.
E não me perguntes nada.
Eu não sei dizer.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Palavras...
Sinto na alma a necessidade delas,Quero tocar o papel onde jamais foram escritas.
Sinto-as fugir para longe...
E amargurada fico de pensar que não vão voltar.
Na ternura dos lençóis,
Na loucura dos abraços sentidos,
No sentimento de amizade,
Elas são tudo quando não ditas.
Cada um tem a sua maneira de as ler,
Nem todos as sabem escrever,
Aprendemos de igual forma,
Mas expressamos metáforas diferentes.
Já não sinto que deva ser directa com elas.
Basta-me pensar em grita-las bem alto.
Preciso apenas de correr...
E sem as forçar, dizer Amo-te!
domingo, 23 de março de 2008
Fim!
Imaginem que são o ponto de cor da imagem. É difícil de ver, não é. Mas os meus olhos atentos viram à primeira.Agora adaptem a minha visão à vossa. O que sentem?
Será que se percebe que as cinzas me caíram em cima? Pedi ajuda. Ninguém respondeu...
Nem por ter água em mim. Nem por saber o que é amar com força, embora não ame ninguém à demasiado tempo. Porque o que sinto é vontade de acrescentar uma metralhadora à minha vida e, gritando bem alto, dizer, ADEUS.
terça-feira, 18 de março de 2008
Adhara
Adhara é uma elfo esbelta e mais alta que as comuns da sua espécie. Possui uma pele semi-transparente e os olhos cor de água iluminada pela lua. Tem um ar desajeitado e brincalhão transportando uma aura misteriosa e incomum, tal como ela. De cabelo mel e extenso...Astuta, por ser independente. Utiliza os seus vastos conhecimentos em beneficio próprio e sobretudo para ajudar os outros. Haje de forma rápida e eficaz, tendo uma excelente capacidade de organizar pensamentos e feitiços elficos. Tem uma fonte de energia muito característica, não precisando de descanso dias a fio. Esta pode ser bastante cruel, invertendo a capacidade maléfica de outros seres contra eles mesmos. Não é ingénua, embora pareça, para se manter discreta e não saberem o poder que trás dentro de si. Misteriosa ela usa a sua própria alma para chamar a si os seus meios de cumprir os seus objectivos!
Adhara tem um profundo conhecimento dos 4 elementos da natureza e quando os usa em simultâneo é muito mais poderosa e assertiva.A sua magia é propagada através do ar e dos sons da terra. Visiona acontecimentos na água e é desta que provem a sua intuição. Utiliza a arte de dominar o fogo sobretudo para trabalhar os poderes de cura através das plantas e para auto-defesa. No entanto, enquanto guerreira, ela sabe escutar as vibrações dos vários mundos, antevendo a chegada de guerras ou de forças amigas.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Gritinho de paz!
Não sei se sinto que não me levam a sério, se não estou a mostrar o que valho, ou se estou apenas fechada. Não me apetece falar de coisas de momento pois tenho medo que fiquem mal por minha causa. Mas o que sei é que isto não é saudável!Não vou voltar a diminuir, nem a fazer qualquer tipo de filme. Mas agora que de facto o sinto, não posso falar. Mete nojo, pior do que o meu dia-a-dia, que supostamente nada tem de mau, mas eu sinto que tem. Que já chegava a minha hora de gritar ao mundo, de gritar pela minha paz.
De me sentir sozinha só para poder morrer sem darem por isso. Não quero que me espreitem a ver se estou viva. Só quero um abraço, sem desespero. A mim, apetece-me mesmo ir embora, a chorar por ter deixado tanto, mas ao menos acaba tudo. Até o dizerem que estou a ser infantil, até o dizerem que me amam. Não sei o que tenho ao certo, mas já vi isto antes. E recair, é tão pior.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Papel, caneta e parvoíces tamanhas
(...)É ridiculo. (...) Não posso ser eu a roubar lágrimas. Eu não. Estou tão crescida. (...) Arrepia ouvir o discurso dos meus amigos, e sentir que não os posso abraçar mais. Deus, sabes que lhes dou valor?
(...)
Que sejam felizes.
Que chorem quando quiserem, sem vergonha.
Que arrisquem mais e pensem igual tempo.
Tirem pestanas dos olhos quando elas vos incomodarem.
Cuidem uns dos outros sem cinismos.
Sejam de muitos ofícios, lugares e pessoas.
(...)
Porra, não me ouças chorar. Dorme bem pah. Dorme.
(...)
MFG . Bebeira jeitosa. :D
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
SEXy
Queria poder tocar a carne friaE provocar-lhe calor.
Segurar pele com força contra mim.
Mudar de posição inesperadamente,
Sentir o suor numa cara diferente...
Ouvir gemer no meu ouvido,
Usar unhas e língua nas costas.
Puxar sexualmente o pescoço.
Encontrar-me nas coxas,
E ver sem força para manter os olhos abertos.
Sentir que queria mais,
E num minuto dar tudo!
Usar a velocidade e a intensidade ao meu dispor,
Beijar como nunca o fizeram,
Passar a mão com sensualidade,
Em tudo o que é tudo o que quero.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Ponto de canto!
Estava ela segura e serena no seu cor-de-rosa a um canto do café. Consumia coisas ilustres no seu alto saber divino. Notava-se que esperava por alguém. Olhava no nada em busca de algo que mostrasse o seu estilo esbelto.No peito trazia a falta de ar. Nos olhos o carinho de seres pequenos e mágicos.
Pensava em ler algo belo. Em absorver alguém. Queria ser amada pelos estranhos. Mas sentia que não estava ali, naquele café que parece uma sala de hotel.
Sentia apenas o aroma a chá verde. A pele macia nunca devidamente tocada. O caracol no cabelo, pousado sobre o seu ombro. Imaginava que tinha uns olhos e uns lábios que gostava. Apreciaria ser sempre como ela, recordando a mulher do autocarro que se despiu ficando em beleza de porcelana. A porcelana que ela odeia.
Pensei, por momentos, em me levantar e sair gritando algo estranho para o meio do transito. Senti uma agonia.
Afinal era eu, como sou, mas não como me vêem...
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Momento sentido...
Angel Song - Silence4This is me with another nervous breakdown
My pressure dropped, this body went with it
Memory fails, I'm feeling claustrophobic
I scream my silent pain in this big plain
There's no one here
Tell me who is there now
Who is there with you
I'm taking no calls unless it's her voice
I'm seeing no one unless it's her
I open the mailbox every hour
Maybe I'll hit the postman
I want to hear some love words
But not it that dyslexic voice
No I won't tear apart for you
But I was given no choice
I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me
"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."
Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.
Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
And wait for the strongest feeling
Out of all of the feelings
to raise
from
you.
Am I real? Are you real? Is this real? What's real?
Am I real? Are you real? Is this real?
Tell me, what's real
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Intensificar!
Na minha vida tenho tudo mais conciso.Os meus amigos estão ainda mais perto, o trabalho mais presente, o facto de ser directa está agora disponível e ainda tenho amores pequenitos a ficarem colados a mim.
Estou mais aberta a coisas novas, a aventuras e a passeios.
O cansaço é imenso, não tenho falado noutra coisa, mas o amor por mim apareceu, e não tenciono tira-lo tão cedo...
Ao mirtilo quero dizer que o amo, ao anão zangado que o amo como sempre, ao chocolateiro, que babei quando mencionou "amiga", à minha estrelinha que tenho saudades e aos pedaços de milho pelo pais, por favor acordem, eu não sou inatingível.
Ainda quero dizer que os meus amores rurais que estão presentes todos os dias e morro com a distância.
A alguém antigo, tenho medo. A alguma loucura, já não sei se repetia. A alguma promessa, tenciono cumprir. Simplesmente estou a ser eu.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Alma de neve
Este fim-de-semana foi realmente bom. A montanha estava cega, mas os acontecimentos foram em derrocadas brutais.Sinto um enorme cansaço mas um excelente calor humano dentro de mim.
Alguns erros, algumas coisas que não deu tempo para serem cumpridas, mas abraços e loucuras que jamais vou esquecer. Viva a confusão da minha alma...
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
33 relógios biológicos
eu fui devagarinho, com medo de falharnao fosse esse o caminho certo para te encontrar
fui descobrindo devagar cada sorriso teu
fui aprendendo a procurar por entre sonhos meus
eu fui assim chegando, sem entender porque
(...)
a gente finge mas sabe o que não verdade
foge ao vazio, enquanto brinda, dança e salta
(...)
eu fui entrando pouco a pouco, abri a porta e vi
que havia lume aceso e um lugar pra mim
quase me assusta descobrir que foi este sabor
que a vida inteira procurei entre a paixão e a dor
Lili... Liliana... Liliane... tia... tantas formas de dizer "Olá"!
Mimo, dança comigo, ajuda-me, anda à casa de banho, quê isso, não vás embora, manha trazes um jogo, dá-me uma caixinha de papel, faz-me um coração...
Coisas tão simples!
Nunca imaginei que fosse assim, papel e caneta ou mesmo um sorriso bastam para por pedaços de Mundo na linha.Três dias de vida intensa. Exaustão e amor...
Estou apaixonada, verdadeiramente apaixonada pelos meus meninos.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Todos os nomes
Foi um dia em grande. Provei a mim mesma que sou capaz de muita coisa. Permiti-me saber o meu valor e ter noção que o facto de não me ter descoberto na infância, faz de mim curiosa em aprendê-lo agora, ensinando coisas aos pequenos grãos do Mundo.Foram muitos nomes e experiências partilhadas por entre choro, sorrisos e rabinhos virados para o ar!
As crianças são realmente o melhor da vida, tenho pena dos que delas não gostam nem tentem gostar.
Vou sair grande, com dois metros de altura, mas espero sobretudo fazer crescer sementes.
Dia intenso para mim, que desconhecia uma fatia do meu ser!
Feliz... Intensamente feliz porque agora eu sei.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Agonia
É sensato sentir alguma agonia dentro de mim, são muitas viragens ao mesmo tempo, muitas questões que não podem ser faladas... não por falta de confiança, mas porque são pessoais e passageiras. No entanto, de momento, só queria um lugar onde me pudesse aninhar e chorar incessantemente. Aliviar a alma de magoas e sentimentos não falados ou compreendidos.Não é um estado de depressão nem nada semelhante em anáforas e comparações, é um pequeno grande aperto de ansiedade, que não é sufoco, é cansaço.
É um dia vulgar de aperto e solidão. É um suspiro de tristeza que vai com o chuveiro da cara, com a dor no pescoço, com os restos de tudo. É o sentir amor imenso e nenhum por alguém que merecia muito mais, mas sem ser casamento das partes, dos abraços e dos beijos.
Só um beijo longo nos lábios fofos e uma noite de carinho ao dormir abraçados. Apenas um sentir que se sente como um prazer inédito de estar nas costas e sentir que sou parte do mundo, como o sono é parte de nós.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Em vão - FLorbela Espanca

Passo triste na vida e triste sou,
Um pobre a quem jamais quiseram bem!
Um caminhante exausto que passou,
Que não diz onde vai nem de onde vem.
Ah! Sem piedade, a rir, tanto desdém
A flor da minha boca desdenhou!
Solitário convento onde ninguém
A silenciosa cela procurou!
E eu quero bem a tudo, a toda a gente...
Ando a amar assim, perdidamente,
A acalentar o mundo nos meus braços!
E tem passado, em vão, a mocidade
Sem que no meu caminho uma saudade
Abra em flores a sombra dos meus passos!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Estado febril

No dia de hoje pude relembrar o que é sentir o meu corpo bambo, a cabeça pesada mas a flutuar no ar, dificuldade de focar o horizonte e as pernas a tremer. Não deixei de fazer o paralelismo entre a doença e o amor.
Em ambos os estados temos sempre a tendência para divagar noutros mundos, por mais que os pés estejam na terra, por mais que a nossa vontade seja de estar cá. Mas se o amor demora a passar, é a febre que nos faz sentir longe e delirar.
Antes a doença que o médico ajuda a curar, que um amor estranho que custa a passar!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Nuvem de pensamentos!
Sou filha perdida do mundo,Paz dos que se encontam sob a terra,
Alma dos que se ausentam...
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Árvore branca, árvore castanha
Gosto de sentir na pele o toque de ser livre, poder ter o vento nos lábios com sabor a mirtilo e memorizar o odor da terra molhada!Acho incrivel esta minha natureza humana que emana dos meus poros ainda encardidos, esperando a renovação da água fresca.
Mantenho-me bem, sem ser necessário utilizar as forças da luz para seguir a estrada batida por tantos pisada. Mesmo sendo mestre de mim, eu sou ferida escondida e aberta. Queimo como as velas sobre papel velho e mal tratado, sou fresca como as lágrimas da morte, sou fluida como um kocas solto na mata, mas sou sobretudo essência do meu saber terreno.
Dona de imensa e profunda bagagem celestial e um eterno mapa perdido no chão de madeira com brilho opaco, eu sou apenas mais uma que quer morrer por ser preciso, mas nunca por chegar ao fim.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Per Sonare Into Legere

É excelente do nada descobrirem quem realmente sou, sem eu ter a necessidade de provar as minhas atitudes. Sou simples na minha complicação, basta estarem minimamente atentos pois espelho tudo na minha cara... mas cuidado com pensamentos precepitados, pois eu estou em varekai, posso até estar na lua enquanto penso onde raio coloquei os olhos.
Gosto que dancem comigo ao som da batida, mas só um o consegue realmente fazer sem me fazer sentir constragida por nada!Já lá vão os tempos de bloqueio e de filmes, agora sou eu a realizadora de mim, não escolho nenhuma personagem para viver a minha vida, mas absorvo cada uma das que julgo interessantes para poder crescer.Só quero dizer com isto que sou merecedora de compreensão, sou agradável e simpática, mas já não convém pisar-me os pés, pois agora sou forte e digo "Give a little respect to me"!
