sábado, 27 de setembro de 2008

New Me!

Gentes da minha vida, mudei de blog! Quem quiser o novo link, please ask me! =)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ministérios do desrespeito

De andar mecânico e rosto azul, qual pena de pombo com a qual eu chocasse. A rebentar no peito e com os olhos cerrados desperdicei alguns anos e horas de trabalho em algo que não valia a pena. É o mesmo que pôr música a tocar e subitamente esta parar por tempo indefinido, mesmo quando precisamos dela.
São faltas de respeito e orelhas de burro que se leva por má organização. São informações erradas que fazem com que a vida das pessoas não ande por mais que o nosso corpo se esforce para que tal aconteça. Foram duas horas a mais do emprego para terminar o que nunca termina.
Odeio que me faltem ao respeito, já não há livros para reclamar que me valham à resolução da irritação que sinto. Quilómetros a pé para colocar as pernas mais moles...
Não suporto que não levantem o cu para fazer as coisas e nhénhénhés sobre a arte de mal falar do outro. Odeio quando não me deixem ferver na hora certa.
Minutos com vozes audíveis pela avenida gigante fora. Beber o café a correr e fumar um cigarro de uma só vez. Já não são as coisas poéticas que me salvam o dia. Apetece-me desistir e apertar o pescoço delas para que fiquem ainda mais com os dentinhos de fora. Vou andar até ao começo de um novo a dia a fazer algo que por 4 míseras décimas de pontinhos me vai demorar mais 3 anos a fazer? E porquê? Porque as informações tardam e falham a dias vistos.
Estou irritada. Queria estar aplicada e cheia de mérito pelo meu esforço, no entanto só quero matar as queques e os morangos com açúcar que olham para mim como se fosse a pantera negra estacionada lá fora.
Força não me há-de faltar mas não sei se a física ou a mental.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sentimento de amar

Conceito
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atracção, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objecto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.

O Amor original
O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afectivo, paternal ou maternal, fraternal - que é o amor entre irmãos e companheiros - deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afectividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contacto e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.

A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes desmeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.

A minha perspectiva pessoal

Amar para mim tem diversas formas de se apresentar. Pode ser amar de carinho extremo, pode ser de simples memórias que duram anos, pode ser amor de sangue, amar uma pessoa por um dia ou no momento que se conhece, tudo é possível.

Eu amo alguns dos meus amigos, um ou dois com uma força tão extrema que ultrapassam a família biológica. Amo os meus pais, não apenas porque me foi imposto isso nem pelo tempo que passo com eles, mas porque me deram coisas não materiais que não se compram. Amo a minha gata, não porque gosto de animais, mas por todos os momentos que passo com ela. Amei e amo para sempre a minha avó, foram momentos de ódio puro e de amor extremo. Amo a minha namorada que se mostra ao meu lado, que me acarinha, que tem coisas que me irritam por segundos, que tem coisas inesperadas que me fazem arrepios bons. Também me amo a mim mesma, com todos os meus defeitos.

Em resumo, amar é todo o sentimento de não egoísmo, pensado e reflectido, mas essencialmente o que vem por palavras, pensamentos, gestos e atitudes naturais. É quase que de tal forma intrínseco de mim que me confundo se o faço até enquanto durmo através de sonhos. No fundo é algo que pode magoar tanto, que nos pode pôr de cama e sem forças, vem em coisas boas e em coisas odiosas. Amar não tem uma duração ou medida imposta, nem tempo de acontecer, nem lugar... Eu acho que há tantas definições que mais vale dizer que o Amor está guardado numa caixa e se a deixar-mos aberta podemos dar e receber o que ela tem guardada. Quando morrer-mos alguém a há-de fechar.