
"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo..."
"Dizem que um dia alguém cantou
Que por amores Lisboa se perdeu,
Por amores se perde quem lá voltou
Por amores se perde quem lá nasceu.
Juntaram-se os telhados enfeitiçados
Apertadinhos os dois e entrelaçados
Num fado castiço numa rua de Alfama
E o Tejo, que é velho, beija a Cidade
Morre-se de amores em qualquer idade
Perde-se por Lisboa quem muito a ama!"
E eu aqui e agora vejo quem sou, por onde passo e onde marco...
E eu aqui e agora vejo quem sou, por onde passo e onde marco...

1 comentário:
Ah, Lisboa não me diz muito. Apenas amigos. Eu e a cidade somos dois instantes não sincronizados. E duvido que alguma vez o seremos.
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